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Mulher nos seus 20 anos, de cabelos na altura dos ombros e de cor escura está com os braço cruzados enquanto olha para a frente

Por Redação Wizard
18 de maio de 2022

Ao conhecer bem o modelo de franquias e o mercado em que vai investir, o empreendedor fica longe das ciladas e armadilhas, evitando tropeços no percurso.

Quem deseja investir em franquias precisa, antes de tudo, analisar bem as possibilidades do empreendimento, pontos fortes e riscos. Afinal, ninguém quer arriscar e perder o dinheiro aplicado. Claro que a maioria das franquias são confiáveis, mas é preciso tomar alguns cuidados para não cair em ciladas e nem em armadilhas

Por isso, é importante estabelecer metas, criar planos, analisar e estudar muito bem o segmento foco do investimento. Ser franqueado pode ser uma oportunidade única para os empreendedores. Mas se não tomar cuidado, pode se envolver em problemas.  

Acompanhe a seguir dicas para minimizar esses riscos e ser bem sucedido em franquias: 

Armadilhas e ciladas para evitar ao investir em franquias 

1. Negligenciar a situação financeira 

O primeiro passo para evitar cair em ciladas é saber se tem dinheiro suficiente para investir na franquia, além do valor necessário para manter em dia suas finanças pessoais.  

É preciso levar em conta que sempre é necessário mais dinheiro do que é normalmente estipulado pelas franquias. 

Além dos recursos do investimento total na franquia, é importante reservar valores para pagar os direitos da franqueadora.  

Sem dúvida, isso evita que haja desorganização financeira e que você acabe caindo em empréstimos com juros altos que podem arruinar o negócio que está tentando manter. 

O investimento inicial diz respeito apenas à abertura da franquia. Tem que considerar também valores para o capital de giro, aspecto imprescindível para a saúde financeira dos empreendimentos de todas as naturezas. 

Para se ter uma ideia, com o capital de giro, é possível repor os estoques das franquias e ter dinheiro em caixa para cobrir as vendas feitas a prazo e o pagamento de fornecedores, entre outras despesas.  

Além disso, como em todos os negócios, é preciso fazer um planejamento minucioso, detalhando todos os gastos a curto e longo prazo e as entradas de recursos. 

2. Desconhecer o negócio e a si mesmo 

Outro aspecto relevante para fugir de armadilhas é fazer uma análise minuciosa em relação ao negócio em que vai atuar, além da própria autoanálise de quem está investindo.  

O investidor deve fazer perguntas a si próprio, de modo a fazer um exercício de autoconhecimento. Alguns exemplos de questionamentos: 

  • Tem experiência em algum negócio próprio? 
  • Sabe liderar e se relacionar com as pessoas? 
  • Tem noção do esforço que será necessário para fazer o negócio dar certo? 
  • Está disposto a seguir os padrões e procedimentos estabelecidos pelo franqueador? 

Sem dúvida, as respostas a essas perguntas vão nortear toda a gestão e evitar problemas futuros. 

3. Não pesquisar sobre o mercado e a franquia escolhida 

Antes de investir em franquias, é mandatório que o futuro franqueado pesquise com profundidade se a marca é conhecida no mercado. E se há demanda pelo produto ou serviço que está ofertando. Esse exercício é fundamental para não se empregar as economias em uma armadilha. 

O investidor deve, antes de fazer o investimento em franquias, estar bem informado sobre comportamento e tendências de consumo. São informações cruciais para que o negócio tenha mais chances de dar certo. 

4. Ignorar a Circular de Oferta de Franquia 

O futuro franqueado precisa se familiarizar com a sigla COF, que significa Circular de Oferta de Franquia. Tudo que se refere ao investimento inicial deve constar na COF. E as informações devem ser divididas em três categorias: 

  • Aquisição; 
  • Implantação e início de operação da franquia; taxa de franquia; 
  • Instalações, equipamentos e estoque inicial. 

Além desse conjunto de informações, há outros fatores que precisam ser notados. O franqueado precisa ter uma reserva financeira para outras despesas, como aquisição de ponto comercial, taxas de shopping center e, se for o caso, capital de giro. 

5. Não conversar com outros franqueados da rede 

Se o investidor não tiver experiência no segmento da franquia em que vai investir, uma ótima alternativa é conversar com outros franqueados da rede para que eles compartilhem suas vivências com a marca. Com certeza, eles vão auxiliar na escolha, tirando todas as dúvidas. 

6. Escolher uma franquia sem reputação 

Sem dúvida, a reputação é um dos maiores ativos de uma empresa. Em se tratando de franquia, não é diferente. Por isso, é fundamental ficar atento para o caso da franqueadora aparecer demais e investir muito em marketing. 

Por outro lado, o mais importante é que a franqueadora apresente dados financeiros, mostrando que investir em franquias é um ótimo negócio. 

7. Escolher uma franquia sem registro 

Quem é franqueado sabe que uma das principais vantagens de se investir em franquias é já, de saída, contar com uma marca reconhecida no mercado.  

Por isso, para não arriscar e cair em ciladas, certifique-se que a franquia está registrada nos órgãos credenciados e competentes para este fim. 

A lei de franquias determina que é obrigatório o registro da marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e a divulgação do número do pedido de registro ou do status administrativo na COF.  

Além disso, as informações da franquia podem ser averiguadas de forma gratuita no site do INPI. 

8. Assinar o contrato sem tirar dúvidas 

Outra dica essencial para não ter dor de cabeça no futuro é nunca assinar o contrato de investimento em franquias sem esclarecer todas as dúvidas. Isso faz com que se evite problemas e situações que ninguém deseja. 

Além disso, é fundamental entender bem qual o tipo de contrato que se está assinando. Peça à franqueadora que elucide questões imprescindíveis, como as taxas cobradas e o prazo de retorno do investimento. É importante que o futuro franqueado não tenha dúvidas sobre o que está assinando. 

9. Ignorar o prazo de validade do contrato 

Mesmo que o mercado de modo geral estabeleça cinco anos como prazo de validade para o contrato entre franquia e franqueado, não há algo específico sobre essa questão na lei brasileira. 

No entanto, recomenda-se que o contrato seja válido pelo menos por um período no qual o franqueado tenha condições de recuperar o montante investido e obter lucro com a operação. 

A conta é a seguinte: se o prometido é obter retorno do investimento em dois anos, o contrato não pode durar menos do que esse tempo. 

Agora que você já sabe identificar as armadilhas do universo das franquias, saiba como identificar franquias de sucesso. 

Homem negro, careca, vestindo um blazer escuro, sorrindo e com o logo da Wizard à frente

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